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Polícia investiga suspeita de fraude em contratos imobiliários em Montes Claros

Materiais apreendidos pela polícia Polícia Civil A Polícia Civil de Minas Gerais cumpriu, nesta sexta-feira (4), um mandado de busca e apreensão em uma empr...

Polícia investiga suspeita de fraude em contratos imobiliários em Montes Claros
Polícia investiga suspeita de fraude em contratos imobiliários em Montes Claros (Foto: Reprodução)

Materiais apreendidos pela polícia Polícia Civil A Polícia Civil de Minas Gerais cumpriu, nesta sexta-feira (4), um mandado de busca e apreensão em uma empresa de soluções financeiras de Montes Claros durante uma investigação que apura suspeita de estelionato envolvendo contratações para compra de imóveis. Segundo a PCMG, a apuração busca esclarecer se consumidores foram induzidos a contratar consórcios acreditando que estavam fechando financiamentos imobiliários. 📲Clique aqui para seguir o canal do g1 Grande Minas no WhatsApp Durante o cumprimento do mandado, os policiais recolheram documentos, contratos, comprovantes de pagamento, equipamentos eletrônicos e outros materiais. De acordo com as investigações, a empresa divulgava nas redes sociais anúncios com facilidades para a aquisição da casa própria. Após o primeiro contato, os interessados eram direcionados ao escritório, onde realizavam pagamentos de entrada que variavam de aproximadamente R$ 9 mil a R$ 28 mil. Os clientes assinavam contratos e aguardavam a liberação do crédito ou a aquisição do imóvel, em prazos que normalmente variavam de 30 a 90 dias. Depois, conforme a polícia, descobriam que haviam aderido a planos de consórcio. Agora no g1 A delegada Monique Bicalho afirmou que há relatos de diferentes vítimas com histórias semelhantes. "Temos registros de pessoas que informam ter procurado a empresa acreditando estar contratando um financiamento imobiliário e que, posteriormente, verificaram se tratar de um consórcio", disse a delegada. Ainda conforme Monique Bicalho, os levantamentos incluem contratos com cartas de crédito superiores a R$ 400 mil e pagamentos iniciais acima de R$ 28 mil. A Polícia Civil também investiga uma denúncia de que o nome de uma vítima teria sido inserido no quadro societário da empresa sem autorização. "Todo o material apreendido será analisado para auxiliar no esclarecimento dos fatos e na identificação da possível responsabilidade dos envolvidos", informou a delegada. As investigações são conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia em Montes Claros e seguem em andamento. LEIA TAMBÉM: Operação resgata 51 trabalhadores em condições análogas à escravidão no Norte de MG Após tiro contra PM durante perseguição, três são detidos e armas apreendidas em Curvelo Após ser ameaçada com facão pelo companheiro, mulher percorre mais de 20 km a pé para pedir ajuda em Jaíba Vídeos do Norte, Centro e Noroeste de MG Veja mais notícias da região em g1 Grande Minas.